Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

A MARCA DA BESTA

Em 1968, Dr. Carl Sanders, Ph.D. em engenharia chefiou um grupo de pesquisa com mais de 100 cientistas, engenheiros, e médicos, que envolvia muitas instituições de Centros Médicos de San Jose a Boston. O objetivo do grupo era desenvolver um “microchip” que, implantado sob a pele de um indivíduo, permitisse ao governo a sua rápida identificação e localização. O projeto foi financiado parcialmente pelo Governo dos EUA e pelas empresas privadas, dentre as quais a Motorola e a General Electric. 
O envolvimento de Dr. Sanders neste grupo foi acidental, pois a meta inicial era projetar um dispositivo biotecnológico que ajudasse a solucionar problemas médicos. Com esse intuito, o grupo desenvolveu o “chip” RAMBO que aumenta o fluxo de adrenalina num corpo. Outro dispositivo foi desenvolvido para deter a saída de glândula pituitária que causa o fluxo de estrogênio. Ainda um outro “chip” foi projetado para produzir eletricidade em certas localidades estratégicas do corpo, a fim de induzir mudanças de comportamento.  O uso deste “chip” pode ser chamado de acupuntura eletrônica. Porém o projeto original não vingou e a meta foi subseqüentemente modificada para o desenvolvimento de um “chip” de identificação.
 ENCONTRAMOS EM QUASE TODOS OS CÓDIGOS DE BARRA

E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, e fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte.                                                                 Apocalipse 13:16
                                                                                      Fabbioanjos

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

666 A MARCA DA TIM

TA MAIS DO QUE NA CARA. ESSA PROPAGANDA É REVELADORA SOBRE A MARCA DA BESTA

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Sábado, 30 de Maio de 2009

Pessoas semelhantes aos Seus ídolos

A palavra de Deus Condena a idolatria, esse pecado fere bastante a soberania de Deus é uma afronta ao Deus Criador dos Céus e da Terra. Varias ´passagens da Bíblia (católica ou protestante), fazem menção a idolatria condenando a prática pagã vamos analisar na bíblia católica o que Deus pensa a respeito da idolatria:
SALMOS 113
9. Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória, por amor de vossa misericórdia e fidelidade.
10. Por que diriam as nações pagãs: Onde está o Deus deles?
11. Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz.
12.Quanto a seus ídolos de ouro e prata, são eles simples obras da mão dos homens.
13. Têm boca, mas não falam, olhos e não podem ver,
14. Têm ouvidos, mas não ouvem, nariz e não podem cheirar.
15. Têm mãos, mas não apalpam, pés e não podem andar, sua garganta não emite som algum.
16. Semelhantes a eles sejam os que os fabricam e quantos neles põem sua confiança
PERCEBA O VERSÍCULO 16 A BÍBLIA CATÓLICA AFIRMA QUE AS PESSOAS QUE FAZEM OU QUE CONFIAM NOS IDOLOS TORNAM-SE SEMELHANTES A ELES
ESSA MALDIÇÃO  SE CUMPRE NA VIDA DAQUELE QUE SE CURVA, QUE ACENDE VELA, QUE ADORA, DAQUELE QUE VENERA, DAQUELE QUE PRESTA CULTO A ESSES ÍDOLOS ( ESTÁTUA DE MADEIRA, BARRO, PEDRA,OURO E ETC...)
Certa vez eu  fabbioanjos fui a uma localidade próximo de Belém e resolvi visitar  uma igreja católica chamada igreja de nossa senhora do ó fica em mosqueiro no mesmo município.
Confesso que me senti bastante indignado e triste com um povo carente do conhecimento.
Eu conversei com uma diaconiza guarda dessa santa fiz algumas perguntas a ela acerca da devoção a essa Maria. Ela me falava que não adorava Maria mas sim venerava, e que Deus se sentiu honrado ao tê-la como mãe. O que me chamou muito a atenção foi a imagem da "nossa senhora do ó" uma estatua de uma mulher grávida que horror.
confira essa imagem tirada por mim de um celular 
Eu bombardeei essa moça de perguntas bíblicas porém ela não sabia como me responder, eu queria saber dos lábios dela qual o pensamento de Deus sobre a idolatria. 
vamos analisar novamente a Bíblia católica no livro de Baruc capítulo 6:
Baruc 6:7-11 A língua desses deuses foi feita por um artista; ela está coberta de prata ou de ouro, mas é de mentira e não pode falar.  Como se faz com a moça que gosta de enfeites, pegam ouro e fazem uma coroa para colocar na cabeça de seus deuses.  De vez em quando, os sacerdotes, tendo tirado ouro e prata dos seus deuses para o seu próprio proveito, o dão até a prostitutas de bordéis.  Eles enfeitam com roupas, como se fossem gente, a esses deuses de prata, de ouro ou de madeira. Mas eles não podem livrar-se da ferrugem nem do caruncho.  Depois de tê-los vestido com roupas caras, são obrigados a limpar-lhes a cara, por causa da poeira que do templo lhes caiu em cima. (Edição pastoral).
A própria Bíblia católica condena a idolatria e chama os idolatras de pagãos afirma também que as pessoas se tornam semelhantes as imagens, ou seja, mortas e  inuteis.O Frei Damião morreu encurvado semelhante a um ídolo pagão creio eu que Deus lançou uma maldição de doença nele, assim morreu o Papa João Paulo II, encurvado. Deus amaldiçoa o homem que peca contra a sua soberania. D.Pedro II fez uma promessa a aparecida para ter sucesso político, porém  ele e sua família foram expulsos do Brasil e foram para Europa e depois morreu com pneumonia na França. Ele se foi e a aparecida não atendeu seu pedido. Em 1865 foi sua última visita a capela de aparecida depois disso as coisas passaram a não dar mais certo pra ele.
Em 1868 a princesa Izabel presenteou a santa com um manto e foi reconhecida pelo Papa Leão XIII  e recebeu o prêmio rosa de ouro. Em 1884 voltou a Princesa Izabel com seu esposo e seus 3 filhos D
.Pedro, D. Luiz e D.Antônio presentearam com uma coroa caríssima com brilhante e ouro, vamos voltar no livro da Bíblia católica acerca da coroação de ídolos:
Baruc 6 : 8 , 9
Como se fora para uma donzela apaixonada por enfeites, eles pegam ouro
e confeccionam coroas para serem colocadas nas cabeças de suas divindades. Acontece, até, que os sacerdotes roubam o ouro e a prata para utilizá-los em proveito próprio
 Já ficou mais que provado que o livro de Baruc compara a imagem de aparecida como uma deusa, pois a mesma possui as mesmas características do capitulo de Baruc apresentado acima.
   O capitulo abaixo não só fala de imagens de madeiras , dourados ou prateados como de qualquer imagem pois em apocalipse fala que são qualquer imagem:
  Apocalipse 9:20
Os outros homens que não foram mortos por essas pragas, nem mesmo assim renunciaram às obras de suas mãos. Não deixaram de adorar os demônios, os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar.
  Descobrimos que em apocalipse o SENHOR deixa claro que não são só imagens de madeiras, mas sim de todos os tipos, pois não vê, nem ouve, nem anda.
 
 fabbioanjos

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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Testemunho da cantora Cassiane

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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Jesus ressuscita uma Jovem em Belém do Pará

Há quase um mês atrás houve um ocorrido aqui em Belém do Pará , uma paciente do hospital Ofir Loyola, Ediane Gaspar Damasceno de 18 anos de idade, ressuscitou após uma parada cárdio-respiratória. Ela foi submetida a uma cirurgia para retirada de um tomor no estômago e devido baterias de exames foi detectado em seu cérebro uma massa que praticamente tomou um percentual considerável em seu crânio.Os médicos ficaram espantados ao ver o tamanho da massa cerebral que tomou proporções espantosas o que levou os médicos a fazerem uma cirurgia apenas paliativa só mesmo para dar uma sobrevida para Ediane. Esse fato se repercutiu dentro do hospital, porém muitos incrédulos acham que não foi um milagre de Deus, mas sim pura sorte. No momento em que Ediane foi declarada morta onde nada mais podia ser feito por ela, resolveram avisar a família e cuidar do atestado de óbito, sem ninguém esperar Ediane da um suspiro e o fôlego de vida volta ao seu corpo com a ordem de Deus, enquanto isso os Crentes Pentecostais da Igreja Deus é Amor estavam de vigília em frente a UTI do hospital orando e clamando ao Senhor. Quando Deus cura ele cura por completo, apesar de que os médicos extraíram quase 30% de seu cérebro Ediane não ficou com nehuma seqüela. Como declarou o cirurgião: quando um paciente dessa natureza se salva inúmeras seqüelas são deixadas em seu corpo inclusive paralisias, cegueira, surdez, perda de movimento, retardo mental e tato, quando não o paciente fica em estado vegetativo pro resto de seus dias. Eu conversei com Ediane após sua cirurgia ela me disse que está ótima está se recuperando mas logo, logo estará de volta a casa do Senhor para dar inicio ao ciclo de testemunhos acerca desse milagre maravilhoso que o Senhor Jesus fez em sua vida...
                                                                                                     Fabbioanjos

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Sexta-feira, 10 de Abril de 2009

O Rei dos Reis (O filme)

Sinopse: A vida de Cristo contada com rigor histórico. Da manjedoura em que nasceu na cidade de Belém para a adoração de milhares de fiéis espalhados pelo mundo, a vida de Jesus Cristo (interpretado por Jeffrey Hunter) foi inegavelmente repleta de grandes acontecimentos. Acompanhe em O Rei dos Reis, dirigido por Nicholas Ray e escrito por Philip Yordan - ano 1961-adaptado de nada menos que o Novo Testamento. Você verá seus milagres, os pilares da construção de sua igreja, a escolha dos Doze Apóstolos, a última ceia, a traição de Judas (Rip Torn), o humilhante julgamento em praça pública conduzido por Pôncio Pilatos (Hurd Hatfield), a crucificação e a ressurreição. Para os cristãos, a chance de ver seu líder espiritual. Para toda a humanidade, a oportunidade de aprender mais sobre a vida de um dos ícones religiosos mais importantes da História, reconhecido como espírito valoroso independentemente da religião. O Rei dos Reis tem música do vencedor do Oscar® Miklos Rozsa e narração de Orson Welles.

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Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

O Senhor Jesus pode voltar antes que termine este dia, ou nós podemos partir para a eternidade a qualquer momento, e ainda há pessoas que não têm a certeza de que os seus pecados estão perdoados e de que os nomes estão escritos no Livro da Vida! Também há cristãos desapercebidos, nominais, que não andam como Jesus andou (1 Jo 2.6), e é a estes, principalmente, que me dirijo agora.
Sim, neste mesmo há inúmeros internautas “cristãos” navegando pela World Wide Web, em sites de relacionamentos como Orkut e Twitter, perscrutando a vida alheia, falando mal de pessoas, os quais pecam duplamente. Primeiro, porque, como cristãos, deviam estar fazendo alguma coisa útil para o Reino de Deus, como evangelizar, aconselhar, orientar, alertar, etc. Segundo, porque não atentam para o que está escrito em Efésios 5.15,16: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo, porquanto os dias são maus”.
Retrocedendo um versículo, atente, caro internauta, para o aviso da Palavra de Deus enquanto há tempo: “Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá” (Ef 5.14). É tempo de deixarmos as efemeridades! Valorizemos a nossa preciosa salvação; amemos o nosso Senhor Jesus; façamos o bem enquanto temos tempo (Gl 6.10). Jesus breve virá!
Mas, se Ele demorar um pouco, lembre-se de que somos peregrinos neste mundo (Hb 11.13). Nenhum de nós sabe quanto tempo ainda permanecerá na Terra. Podemos partir para a eternidade a qualquer momento, e a Palavra do Senhor afirma que as nossas obras no acompanham (Ap 14.13). Que obras o seguirão, caro internauta, caso você parta agora mesmo para a eternidade? Cristo Jesus no salvou para andarmos em boas obras (Ef 2.8-10), e não nas obras da carne (Gl 5.19-22).
Você que está na Internet participando de debates inúteis, de cunho político, valorizando mais os seus ídolos do que o Senhor Jesus, e passou por aqui só para saber da última bomba, que obras terá para apresentar ao Justo Juiz? Você que se vale do anonimato para caluniar, xingar, maldizer... Até quando permanecerá nesse sono da ignorância? Acorde! A Segunda Vinda do Senhor Jesus será como uma bomba para os que estiverem desapercebidos. Mas os salvos ouvirão o som da trombeta (1 Co 15.50,51; 1 Ts 4.16,17).
Os que podem fazer a última oração da Bíblia, repitam comigo, agora, a última frase de Apocalipse 22.20...
Ciro Sanches Zibordi

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Terça-feira, 7 de Abril de 2009

O Grande Amor de Deus

Seu canto fez com que aquilo acontecesse. Inicialmente, não notei; não havia motivos para que eu percebesse algo. As circunstancias eram comuns: um pai buscava a filha de seis anos em uma reunião de escoteiras. Sara gosta da associação de Escoteiros; ela gosta dos prêmios que ganha e do uniforme que usa. Ela entrou no carro e me mostrou seu novo distintivo e alguns biscoitos que havia acabado de sair do forno. Virei a rua, coloquei sua musica preferida e voltei minha atenção para questões mais complicadas que envolviam agendas e obrigações.
Mas pouco depois de entrar no labirinto do pensamento, voltei. Sara estava cantando. Cantando, sobre Deus. Cantando para Deus. Cabeça para trás, queixo levantado e pulmões cheios; ela enchia o carro de musica. As harpas do céu pararam para ouvir.
Aquela é minha filha? Ela parece mais velha. Parece mais velha, mais alta e até mais bonita. Será que dormi e perdi alguma coisa? O que aconteceu com as bochechas gorduchas? O que aconteceu com o rostinho e os dedinhos grossos? Ela está se tornando uma jovem. Cabelos loiros caem sobre seus ombros. Os pés estão balançando no banco. Em algum lugar, durante a noite, uma pagina foi virada e... – bem, olhe para ela!
Se você é pai ou mãe, sabe o que quero dizer. Ainda ontem, seu filho usava fraudas. Hoje, ele quer as chaves do carro? De repente, seu filho está na metade do caminho para ir para a faculdade e estão acabando suas chances de demonstrar seu amor por ele; e por isso você fala.
Foi o que fiz. A musica parou, e Sara parou. Eu ejetei a fita, pus minha mão no ombro dela e disse:
- Sara, você é muito especial.
Ela se virou e sorriu de modo tolerante.
- Algum dia, um rapaz de pernas peludas vai roubar seu coração e levá-la para o próximo século. Mas, neste momento, você é minha.
Ela inclinou a cabeça, olhou para fora por um minuto, depois olhou para mim novamente e perguntou:
- Pai, por que você está tão estranho?
Acho que essas palavras pareciam esquisitas para uma menina de seis anos. O amor de um pai ou de uma mãe soa estranho aos ouvidos de uma criança. Meu acesso de emoção estava alem da compreensão de Sara; mas isso não me impediu de falar.
Não há como nossa mente pequena compreender o amor de Deus; mas isso não o impede de vir ate nós.
E nós, também, inclinamos nossa cabeça. Como Sara, nos perguntamos o que o nosso Pai estava fazendo. Do berço em Belém a cruz em Jerusalém, pensamos no amor do nosso Pai. O que você pode dizer para esse tipo de emoção? Ao descobrir que Deus preferiria morrer a viver sem você, qual é a sua reação? Como você pode começar a explicar tal paixão? Se você fosse o apostolo Paulo, não poderia. Você faz afirmações; não dá explicações. Você faz algumas perguntas.
Essas perguntas não são novas para você. Você já as fez antes. À noite, você as fez; nos momentos de raiva, você as fez. O diagnostico de um médico as trouxe a tona, assim como a decisão no tribunal, o telefonema do banco e as tragédias incompreensíveis que ocorrem em nosso mundo. As perguntas são exames da dor, do problema e da circunstancia. Não, as perguntas não são coisas novas, mas talvez as respostas sejam.
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
(ROMANOS - 8:31)
A pergunta não é simplesmente: “Quem será contra nós?” Você poderia responder a essa pergunta. Quem é contra você? A doença, a inflação, a corrupção, a exaustão. As calamidades confrontam e os medos aprisionam. Se a pergunta de Paulo fosse: “Quem será contra nós?”, poderíamos listar nossos inimigos com muito mais facilidade do que lutar contra eles. Mas essa não é a pergunta. A pergunta é: Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Perdoe-me por um momento. Quatro palavras neste versículo merecem sua atenção. Lei lentamente a frase: “Deus é por nós”. Por favor, pare por um instante antes de continuar. Leia-o novamente, em voz alta. (peço desculpas à pessoa que está ao seu lado). Deus é por nós. Repita a frase quatro vezes, desta vez enfatizando cada palavra. (Vamos lá, você não está com tanta pressa assim!)
Deus é por nós.
 Deus é por nós.
 Deus é por nós.
Deus é por nós.
Deus é por você. Seus pais podem ter se esquecido de você, seus professores podem tê-lo ignorado, seus irmãos podem ter vergonha de você, mas ao alcance de suas orações está o Criador dos oceanos – Deus!
Deus é por você. Não “pode ser”, não “foi”, não “era”, não “seria”, mas “Deus é!” Ele é por você. Hoje. Neste momento. Neste minuto. Enquanto você lê esta frase. Não é preciso esperar em uma fila ou voltar amanhã. Ele está com você. Ele não poderia estar mais perto do que está neste segundo. A lealdade de Deus não será maior se você for melhor nem menor se você for pior. Ele é por você.
Deus é por você. Vire-se para a linha lateral; lá está Deus torcendo pela sua corrida. Olhe para a linha de chegada; lá está Deus aplaudindo seus passos. Ouça-o nas arquibancadas, gritando seu nome. Cansado demais para continuar? Ele irá carregá-lo. Desanimado demais para lutar? Ele o está levantando. Deus é por você.
Deus é por você. Se Ele tivesse um calendário, o dia do seu aniversario estaria destacado por um circulo. Se ele dirigisse um carro, seu nome estaria no pára-choque. Se houvesse uma arvore no céu, Ele gravaria seu nome em sua casca. Sabemos que Ele tem uma tatuagem e sabemos o que ela diz. “Eu gravei você nas palmas das minhas mãos” (Isaias 49.16).
“Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou?”, pergunta Deus em Isaias 49.15. Que pergunta estranha! Você, mãe, consegue imaginar seu filho mamando e, depois, mais tarde, perguntar: “Qual era o nome dessa criança?” Não. Eu a vejo cuidar de seu filho. Você acaricia seus cabelos, toca-lhe o rosto, cantarola o nome dele repetidas vezes. Uma mãe consegue se esquecer? De modo algum. Contudo, “embora ela possa esquecê-lo, eu não me esquecerei de você!”, promete Deus (Isaias 49.15).
Deus está com você. E, sabendo disso, quem é contra você? A morte pode prejudicá-lo agora? A doença pode roubar sua vida? Seu objetivo pode ser levado ou seu valor diminuído? Não. Ainda que o próprio inferno possa se pôr contra você, ninguém pode derrotá-lo. Você está protegido. Deus está com você.
Aquele que não poupou seu próprio Filho, - mas
o entregou por todos nós, - como não nos dará
juntamente com ele, e de graça, todas as
coisas?
(Romanos - 8:32)
Imagine um homem que se depara com uma criança sendo espancada por delinqüentes.
Ele se atira no meio da confusão, salva o menino e o leva para um hospital. O garoto recebe cuidados ate se restabelecer. O homem paga o tratamento da criança. Descobre que a criança é órfã, a adota e lhe dá o seu nome. E então, certa noite, depois de meses, o pai ouve o filho chorando no travesseiro. Ele vai ate o filho e pergunta o motivo de sua tristeza.
- Estou preocupado, pai. Estou preocupado com o dia de amanhã. Onde vou conseguir comida para comer? Como vou comprar roupas para continuar aquecido? E onde vou dormir?
Com toda a razao, o pai fica preocupado.
- Eu não lhe mostrei? Você não entende? Arrisquei minha vida para salvá-lo. Dei meu dinheiro para tratá-lo. Você usa meu nome. Eu o chamei de meu filho. Eu faria tudo isso e depois não supriria suas necessidades?
Esta é a pergunta de Paulo. Aquele que entregou seu Filho não supriria nossas necessidades?
Mas ainda assim, nos preocupamos. Preocupamo-nos com a Receita Federal, com o vestibular e com a FBI. Preocupamo-nos com a educação, a recreação e com um resfriado. Preocupamo-nos com a possibilidade de não termos dinheiro suficiente e, quando o temos, nos preocupamos porque não estamos certos de que conseguiremos administrá-lo bem. Preocupamo-nos porque o mundo acabará antes de o parquímetro vencer. Preocupamo-nos com o que o cachorro pensará se ele nos vir quando estivermos saindo do chuveiro. Preocupamo-nos porque, algum dia, descobriremos que aquele iogurte light engordava.
Agora me diga honestamente: Deus salvou você para que você se preocupasse? Ele o ensinaria a andar só para vê-lo cair? Ele seria pregado na cruz por seus pecados e, depois, desprezaria suas orações? Vamos lá! As escrituras estão nos provocando quando dizem: “Porque a seus anjos Ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos. (SALMOS 91:11)?
Não creio que estejam.
Quem nos separará do amor de Cristo?
(Romanos - 8:35)
Aí está. Esta é a pergunta. Aqui está o que queremos saber. Queremos saber até quando o amor de Deus durará. Deus realmente nos ama para sempre? Não só no domingo de páscoa, quando nossos sapatos estão lustrados e nosso cabelo arrumado. Quero saber (lá no íntimo, todos queremos saber, não é mesmo?) como Deus se sente em relação a mim quando sou um idiota? Não quando estou animado, confiante e pronto para lidar com a fome do mundo; nessa hora, não. Sei como ele se sente com relação a mim em momentos como esses – até eu gosto de mim nessas ocasiões.
Quero saber como ele se sente com relação a mim quando sou ríspido com qualquer coisa que se move, quando meus pensamentos são terríveis, quando minha língua está afiada o suficiente para cortar uma pedra. Como ele se sente em relação a mim nesses momentos?
E quando coisas ruins acontecem – Deus se preocupa? Ele me ama em meio ao medo? Ele está comigo quando o perigo está a espreita? Deus deixará de me amar?
Esta é a questão. Esta é a preocupação. Oh, você não diz; você nem pode saber. Mas eu posso vê-lo em seu rosto. Posso ouvi-lo em suas palavras. Será que exagerei nesta semana? Na ultima terça-feira, quando bebi vodca ate não conseguir andar... na ultima quinta-feira, quando meus negócios me levaram a um lugar que não tinha nada a ver... no ultimo verão, quando amaldiçoei o Deus que me criou enquanto eu estava em pé ao lado do tumulo do filho que Ele me deu?
Será que fui longe demais? Esperei demais? Falhei demais? Estava duvidoso demais? Com medo demais? Irado demais com a dor neste mundo?
É isso que queremos saber.
Quem nos separará do amor de Cristo?
Deus respondeu a nossa pergunta antes que a formulássemos. Para que víssemos a resposta, Ele iluminou o céu com uma estrela. Para que a ouvíssemos, ele encheu a noite de um coral. E para que crêssemos, ele fez o que nenhum homem jamais sonhou – ele se fez carne e habitou entre nós.
Ele pôs sua mão no ombro da humanidade e disse: “Você é muito especial”.
Sem estar limitado pelo tempo, Ele nos vê a todos. Desde o lugar mais remoto da Virginia ao centro empresarial de Londres; desde os vikings aos astronautas; desde os moradores de cavernas aos mestres-de-obras; Ele nos vê. Errantes e maltrapilhos, Ele nos viu antes de nascermos.
Ele ama o que vê. Transbordando de emoção, vencendo o orgulho, o Criador das estrelas se vira para nós, um por um, e diz: “Você é meu filho. Eu o amo muito. Sei que algum dia, você se afastará de mim e irá embora. Mas quero que você saiba que já estabeleci um caminho de volta”.
E para provar, Ele fez algo extraordinário.
Deixando seu trono, Ele tirou seu manto de luz e se revestiu de pele: da pele humana pigmentada. A luz do universo entrou em um ventre escuro e molhado. Aquele a quem os anjos adoram aconchegou-se na placenta de uma camponesa, nasceu na noite fria e, depois, dormiu sobre o feno destinado a uma vaca.
Maria não sabia se lhe dava leite ou louvor, mas lhe deu ambas as coisas, uma vez que Ele estava, ate onde ela podia imaginar, com fome e era santo.
José não sabia se o chamava de Junior ou Pai. Mas, no final, ele o chamou de Jesus, seguindo as palavras do anjo e reconhecendo não ter a mínima idéia do nome que deveria dar a um Deus que ele poderia embalar nos braços.
Nem Maria nem José foram tão diretos como minha Sara em suas palavras, mas você não acha que a cabeça deles se inclinou e a mente se perguntou: Afinal, o que você está fazendo, Deus? Ou, melhor: Deus, o que você está fazendo no mundo?
- Alguma coisa pode me fazer parar de amar você? – pergunta Deus. – Escuta falar a sua língua, dormir na sua terra e sentir as suas dores. Veja o Criador da visão e do som enquanto Ele espirra, tosse e assoa o nariz. Você me pergunta se eu entendo como você se sente? Olhe nos olhos alegres da criança em Nazaré; é Deus indo para a escola. Pense na criancinha a mesa de Maria; é Deus derramando o leite.
- Você se pergunta até quando meu amor durará? Encontre sua resposta em uma cruz cheia de lascas, em uma colina escarpada. Sou Eu, seu Criador, seu Deus, que você vê lá em cima. Transpassado por cravos e jorrando sangue; todo cuspido e molhado pelo pecado. É o seu pecado que estou sentindo. É sua morte que estou morrendo. É a sua ressurreição que estou vivendo. Isso é o quanto eu amo você.
- Alguma coisa pode nos separar? – pergunta o Filho primogênito. Ouça a resposta e firme seu futuro nas palavras de Paulo: “Estou convencido de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem demônios, nem o presente, nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:39).
Dias melhores virão  
 Max Lucado

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Anjos decaídos


A palavra anjo significa "mensageiro". Quando os anjos foram criados, o foram para servir a Deus, mas alguns, rebelando-se contra o Criador e seguindo Lúcifer, se tornaram anjos decaídos, isto é, anjos desprovidos das qualidades que Deus lhes havia outorgado.
Todo o senso de bondade, de amor e de ajuda que eles tinham foi perdido, passando a dar lugar ao ódio, a maldade e à destruição. A Bíblia fala que eles não guardaram o seu estado original e abandonaram o seu próprio domicílio (Judas 1.6).
A situação destes anjos foi semelhante a de seu chefe.
Ficaram desprovidos do amparo divino e passaram a viver errantes à procura do que fazer. São, como o próprio Lúcifer, anjos decaídos, espíritos que vivem a procurar corpos para através deles poderem levar avante seu intento maligno.
Satanás pode facilmente, como também os seus anjos, se transformar em anjo de luz. Por esta razão, muitas pessoas têm enveredado por caminhos que a princípio parecem bons, mas no final são trevas e trazem tristeza, miséria e tragédia.
Muitos procuram os demônios e abrem a vida para eles, porque pensam que são "anjos de luz". Com nomes bonitos e cheios de aparatos, os demônios vêm enganando as pessoas com doutrinas diabólicas. Chamam-se: orixás, caboclos, pretos-velhos, guias, espíritos familiares, espíritos de luz, etc.
Dizem ser exus, erês, espíritos de crianças, médicos famosos, poetas famosos, etc., mas na verdade são anjos decaídos, na diabólica missão de afastar o homem de Deus e destruí-lo, sendo que, enquanto não fazem isso, se aproveitam dele.
ORIXÁS, CABOCLOS E GUIAS:
Deuses ou Demônios?
 Bispo Edir Macedo

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Terça-feira, 31 de Março de 2009

Adventistas do sétimo dia X pagãos

Quem nunca conversou com um adventista do sétimo dia, são um povo bem trajado, doutrinários, aparentemente santos; mas por traz de tudo isso há uma arrogancia, parecem que são os donos da verdade, mas bem sabemos que a verdade só vem por meio de Cristo Jesus. Eles são bastante metidos acerca dos ensinamentos impostos pela sua igreja, baseiam-se nas literaturas de Ellen G. White, autora de diversos livros considerados pelos adventistas como o terceiro evangelho da Bìblia, são pagão por adotarem imagens e esculturas em seus templos.
fabbioanjos

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Idolatria Adventista

Essa imagem está dentro do templo da Igreja Adventista do Sétimo Dia na sede da associação geral em toronto. São como lobos vestidos de ovelhas, Os aventistas do Sétimo Dia, são comparados com os antigos fariseus e escribas, mostravam-se tão letrados no evangelho porém viviam pela lei que Jesus mesmo aboliu.
Sede da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo dia
 Veja mais imagens que comprovam a idolatria adventista
 Imagem que relata a volta de Jesus
 Quadros com representação gráfica da divindade, que também desatendem ao segundo mandamento que ordena não fazermos esculturas "nem semelhança alguma", também são vistos por toda parte...
 Essa imagem é vista no interior do Templo Adventista do SétimoDia
 
 
 Irmãos em nome de Jesus eu não estou aumentando e nem tampouco inventando acerca das imagens e esculturas que estou postando, mas quero lhes dizer que um pastor da IASD chamado Luis Gonçalves fala muito mal das igrejas evangélicas pentecostais que essas igrejas seriam a segunda Besta do apocalipse em um de seus estudos chamado apocalipse a resposta vol.4. Esses estudos ao qual o dito pastor Luis Gonçalves recita em seu DVD é baseado no livro que chamamos a Bíblia dos adventistas,O Grande Conflito,um livro totalmente Herege escrito por uma autora divinizada chamada Elen G. White. Considerada o segundo Allan Kardec.
Fabbioanjos 
A Bíblia Sagrada fala sobre idolatria onde Deus condena os idolatras confira:
Entäo falou Deus todas estas palavras, dizendo:
Exodo 20 
2  Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidäo.

3  Näo terás outros deuses diante de mim.

4  Näo farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5  Näo te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geraçäo daqueles que me odeiam.
Salmos 115 
1  Näo a nós, SENHOR, näo a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade.
2  Porque diräo os gentios: Onde está o seu Deus?
3  Mas o nosso Deus está nos céus; fez tudo o que lhe agradou.
4  Os ídolos deles säo prata e ouro, obra das mäos dos homens.
5  Têm boca, mas näo falam; olhos têm, mas näo vêem.
6  Têm ouvidos, mas näo ouvem; narizes têm, mas näo cheiram.
7  Têm mäos, mas näo apalpam; pés têm, mas näo andam; nem som algum sai da sua garganta.
8  A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam.
Apocalipse 22 
15  Ficaräo de fora os cäes e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
16  Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geraçäo de Davi, a resplandecente estrela da manhä.
Fabbioanjos 

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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Profecia de Naum sobre o futuro




Para Naum, contemporâneo de Isaías (787 a.C.), foi revelado os veículosde

motores a combustão, que formariam o tráfego da época do retorno dos judeus para Israel. O

profeta recebeu uma visão aérea, noturna, do trânsito em nossos dias. Ele viu os carros

motorizados, com faróis acesos, saindo de estacionamentos nas praças, abalroando nas ruas

congestionadas pelo trânsito, e correndo nas estradas, com trajetória luminosa semelhante a

relâmpagos: “Os carros se enfurecerão nas praças, chocar-se-ão pelas ruas; o seu parecer é

como o de tochas, correrão como relâmpagos” (Na 2.4). Naum jamais poderia compreender

como aquilo seria possível, pois só conhecia veículos de tração animal e jamais poderia

imaginar que o homem um dia inventaria os veículos automotores que andariam em alta

velocidade e que as ruas ficariam tão cheias deles, a ponto de colidirem uns com os outros.

Hoje nós compreendemos, porque conhecemos os carros motorizados, e convivemos

diariamente com o caos no trânsito
Fabbioanjos 

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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Cirandas malvadas

Tutu Marambá
Tutu Marambá não venhas mais cá
Que o pai do menino te manda matar (repete)
Durma nenem, que a Cuca logo vem
Papai está na roça e Mamãezinha em Belém
Tutu Marambá não venhas mais cá
Que o pai do menino te manda matar (repete)

Ai, Eu Entrei na Roda
Refrão - Ai, eu entrei na roda
Ai, eu não sei como se dança
Ai, eu entrei na “rodadança”
Ai, eu não sei dançar
Sete e sete são quatorze, com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados só posso casar com um
Namorei um garotinho do colégio militar
O diabo do garoto, só queria me beijar
Todo mundo se admira da macaca fazer renda
Eu já vi uma perua ser caixeira de uma venda
Lá vai uma, lá vão duas, lá vão três pela terceira
Lá se vai o meu benzinho, no vapor da cachoeira
Essa noite tive um sonho que chupava picolé
Acordei de madrugada, chupando dedo do pé

Na Bahia Tem
Na Bahia tem, tem tem tem
Coco de vintém , ô Ia-iá
Na Bahia tem ! (repete)

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Cantigas de rodas

Marcha Soldado
Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel
                                   
O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional 


Samba lê lê
Samba Lelê está doente
Está com a cabeça quebrada
Samba Lelê precisava
De umas dezoito lambadas
Samba , samba, Samba ô Lelê
Pisa na barra da saia ô Lalá  (BIS)
Ó Morena bonita,
Como é que se namora ?
Põe o lencinho no bolso
Deixa a pontinha de fora
Ó Morena bonita
Como é que se casa
Põe o véu na cabeça
Depois dá o fora de casa
Ó Morena bonita
Como é que cozinha
Bota a panela no fogo
Vai conversar com a vizinha
Ó Morena bonita
Onde é que você mora
Moro na Praia Formosa
Digo adeus e vou embora
  Perceba que a maioria das cantigas de roda relatam fatos de crianças ou adultos que se acidentam, ou brigam, ou apanham, ou conversam com os mortos ou estão envolvidos com a umbanda e ocultismo.
Criança feliz
criança feliz quebrou o nariz 
foi pro hospital ta passando mal
se eu fosse o pelé tomava café...
Essa musica o DIDI dos antigos "os trapalhões" cantou para as crianças em um de seus filmes
Veja mais cantigas de rodas...
O Cravo e a Rosa
O Cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O Cravo ficou ferido
E a Rosa despedaçada
O Cravo ficou doente
A Rosa foi visitar
O Cravo teve um desmaio
A Rosa pos-se a chorar
Essa cantiga relata briga com faca de um casal.
Nesta rua
Nesta rua, nesta rua, tem um bosque
Que se chama, que se chama, Solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração
Se eu roubei, se eu roubei seu coração
É porque tu roubastes o meu também
Se eu roubei, se eu roubei teu coração
É porque eu te quero tanto bem
Se esta rua se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante
Para o meu, para o meu amor passar
Essa cantiga acima relata sobre um anjo e sem dúvidas esse anjo é lúcifer (satanás) Na palavra de Deus, em Ezequiel capitulo 28 fala assim:
Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Eu te coloquei com o querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade. Ez 28:13-15
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante
Para o meu, para o meu amor passar
Esses versos lembram a passagem do livro de Ezequiel 28
E UM ANJO NUM BOSQUE LEMBRA SATANÁS NO EDEN!!!
Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro Ez 28:13
  By fabbioanjos
 

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Escravos de Jó

Escravos de jó(versão Zé Pereira)
Escravos de Jó, jogavam caxangá
Tira, bota, deixa o Zé Pereira ficar...
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá.


Escravos de Jó (versão Zambelê)
Escravos de Jó, jogavam caxangá
Tira, bota, deixa o Zambelê ficar...
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá.


Escravos de Jó (versão Cão Guerreiro)
Nota: comum no Pará.
Escravos de Jó, jogavam caxangá
Tira, bota, deixa o cão guerreiro entrar...
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá


Escravos de Jó (versão "tira-põe")
Nota: comum em São Paulo.
Escravos de Jó jogavam caxangá
Tira, põe, deixa ficar ...
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá;
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá.


Caxangá é um jogo quase extinto da face da Terra, ele foi criado pelos antigos anciões japoneses, que moravam no topo dos sete picos e fumavam maconha o dia todo, eles inventaram um jogo no qual treze pessoas brincam (uma senta no topo do pico e joga uma pedra na cabeça dos que estão em baixo, os outros doze ficavam no pé do pico girando em uma roda, aquele que fosse acertado pela pedra teria que subir o pico plantando bananeira sobre um caminho de cacos de vidro e jogar mais uma vez pedra nos demais anciões. 
Jó  era um homem temente a Deus, que não possuia escravos e sim servos.


Zé guerreiro - zé pereira são entidades manifestadas nos terreiros de umbanda.

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Domingo, 15 de Março de 2009

Jogar baralho é pecado?

Eu não aconselharia o jogo de cartas como um passatempo saudável para o verdadeiro cristão. O jogo vicia. A pessoa fica escrava dele. Não pode passar um fim de semana sem jogar. Só pensa em chegar a hora do carteado, das conversas tolas, muitas delas conversas ímpias, mexericos, bisbilhotices.  Então é prejudicial. No jogo há mentiras, blefe, disputa acirrada. Perde-se muito tempo com isso. Tempo que deveria ser usado para ler a Bíblia, pregar o Evangelho, orar, conversar com os filhos, etc. No jogo há cobiça, vontade de vencer mais e mais: "Então a cobiça, depois de haver concebido, dá luz ao pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte". (Tiago 1.15).

         Meditemos se Jesus aprovaria o jogo de cartas; se Ele convidaria os Doze para um carteado, com a desculpa de que ninguém é de ferro. A resposta é não, não aprovaria. As cartas de baralho estão ligadas ao ocultismo. Veja-se o caso da cartomancia – adivinhação por meio de baralho. A cigana prevê o futuro através das cartas. Observem uma das possíveis origens do baralho:

         “Se, por um lado, não há consenso a respeito destas datas, por um outro lado não há muita dúvida sobre o passado religioso ou adivinhatório das cartas. O antigo baralho indiano, por exemplo, tinha dez naipes, cada um representando uma das dez encarnações da entidade Vishnu. Essa ligação com o sobrenatural também fica clara quando surgem alguns dados históricos. Catherine P. Hargrave, que em 1930 publicou sua História do Jogo de Cartas, diz que no século XIV, os soldados sarracenos introduziram no sul da Itália um jogo de baralho chamado "naib" - que em hebreu quer dizer "feitiçaria" - e que pode também ter sido a origem da palavra "naipe" em português e espanhol’
De um site esotérico, copiei o seguinte: “Pouca gente sabe, mas o baralho comum utilizado para jogos como canastra, bridge, buraco, truco e tantos outros se presta também à prática divinatória, conhecida como cartomancia”. Portanto, as cartas de baralho são instrumentos usados pelo diabo para o trabalho de adivinhação. Por todo o tempo, enquanto jogamos, estamos tentando adivinhar o jogo do parceiro; derrubar o adversário de qualquer modo, ainda que com a mentira, o embuste, o blefe, a dissimulação. E quando o jogo envolve pessoas ímpias, pior ainda. Cristãos e ímpios não devem ter qual tipo de íntima comunhão. No jogo, se estabelece uma cumplicidade com o parceiro, pois um jamais revela o “roubo” do outro. A Bíblia adverte:

         “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas” (2 Co 6.14).

         “As cartas foram criadas no ano de 1392, para uso pessoal do rei Carlos da França, quando este sofria debilidade mental. O criador das cartas era um homem degenerado e mau, que escarnecia de Deus e de seus mandamentos. Para sua criação maligna ele escolheu figuras bíblicas: o rei representa o diabo, a dama representa Maria, a mãe do Senhor. Assim de modo blasfêmico, fez de nosso Senhor Jesus Cristo um filho de Satanás com Maria. Copas e ases representam o sangue de Jesus, o valete (resisto em escrevê-lo) o próprio Senhor. Paus e outros símbolos representam a perseguição e destruição de todos os santos. Seu desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez das suas cartas. Quem conhece esta origem diabólica do jogo de cartas, compreende também as conseqüências diabólicas. Nenhum jogador de cartas lembra da realidade do diabo e dos demônios, que estão no fundo desse jogo”
Não tenho dúvida de que o jogo de baralho e a respectiva escravidão que ele produz fazem parte das “obras da carne”. Mas “os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências” (Gl 5.24).
 

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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

METRO GOLDWYN MAYER

Analise as imagens da MGM, dos filmes e desenhos animados
Essa é imagem utilizada nos dias de hoje,principalmente nos filmes
Essa imagem foi uma das primeiras colorizadas por computador
observe nesse video todas as logos da MGM desde 1924 até 2007
Eles fazem de tudo para manterem a mesma logo e preservarem o que há de macabro em tudo isso.
Volte as imagens e veja uma caricatura de um pigmeu africano embaixo do leão.
Os pigmeus africanos eram na maioria bruxos e feiticeiros.

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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

A Bíblia dos adventistas

Diz, em êxtase, o autor e teólogo Adventista A. B. Christianini: “O espírito de profecia é o que, segundo as Escrituras, a par com a guarda dos mandamentos de Deus, seria o característico da igreja remanescente. Compare-se Ap 12.17 e 19.10, última parte. Este dom consiste precisamente em dar ao Povo de Deus mensagens diretas e específicas, traçando-lhe normas e diretrizes, dando-lhe orientação e instruções especiais... Os testemunhos orais ou escritos da Sra. White preenchem plenamente este requisito, no fundo e na forma. Tudo quanto disse e escreve foi puro, elevado, cientificamente correto e profeticamente exato”. (AB Christianini; Subtilezas Do Erro; Ed. Casa Publicadora; Sto André, SP; 1.ª Ed.; 1965, pág. 35).

A própria Sra. White afirma o seguinte sobre seus escritos: “Ai de quem mover um bloco ou mexer num alfinete dessas mensagens. A verdadeira compreensão dessas mensagens é de vital importância. Os destinos das almas dependem da maneira em que são elas recebidas” (EG White, Primeiros Escritos, Editora Casa Publicadora, Tatuí – SP; 1995 – pág. 258, 259).

O periódico da Igreja, A Revista Adventista, declara sem nenhum peso de consciência: “Negamos que a qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas”.( Revista Adventista, fevereiro de 1984; Ed. Casa Publicadora; Tatuí – SP. - pág. 37).

Refutação


“Sola Scriptura”
foi à bandeira dos reformadores e tem sido o lema de todos os cristãos verdadeiros. As afirmativas acima, sobre a pessoa da Sra. White, comprometem totalmente a eclesiologia do movimento adventista. Mesmo que a Sra. White não tivesse escrito nada contraditório ou antibíblico, não poderia ser colocado os seus escritos em pé de igualdade com a Bíblia sagrada. O apóstolo Pedro diz que as Escrituras foram inspiradas e vieram da parte de Deus. Os apóstolos deixaram as orientações básicas, que formam o fundamento apostólico, ou seja, a Bíblia Sagrada, para que a Igreja se direciona somente por essa bússola.

“... Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo”. (I Co 3.10-11).

“... por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito...” (I Co 4.6)


Algumas Heresias e Contradições nos Escritos de EG White


- Sobre a Volta de Jesus:

“... alguns estarão vivos e permanecerão na Terra para serem trasladados por ocasião da vinda de Jesus”. (EG White, O Testemunho de Jesus; Casa Publicadora; Tatuí – SP, p. 108). Essa profecia foi feita numa reunião de manhã cedo, em Battle Greek, Michigan, em 1856. Se diminuirmos 1856 de 2004, teremos, como resultado, 148 anos. Porventura existe alguém vivo daquela reunião aguardando a volta de Cristo? Para justificar o erro profético dela, seus defensores se explicam dizendo: “É-nos dito pela mensageira do Senhor que se a igreja remanescente houvesse seguido o plano de Deus em fazer a obra que lhe indicara, o dia do Senhor teria vindo antes disto, e os fiéis teriam sido recolhidos ao reino.”(Idem, p. 110) É incrível como possam ser tão fanáticas certas pessoas a ponto de justificar um fracasso profético tão evidente no intuito de defender sua profetisa.


- A Hora da Volta de Jesus


“Logo ouvimos a voz de Deus, semelhante a muitas águas, a qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de Jesus. Os santos vivos, em número de 144.000, reconheceram e entenderam a voz, ao passo que os ímpios julgaram fosse um trovão ou terremoto. Ao declarar Deus a hora, verteu sobre nós o Espírito Santo, e nosso rosto brilhou com esplendor da glória de Deus, como aconteceu com Moisés, na descida do monte Sinai”. (EG White, Primeiros Escritos, Editora Casa Publicadora, Tatuí – SP; 1995- pág. 15). Diz EG White que não só ela, mas ainda mais 144.000 reconheceram e entenderam a voz que indicava o dia e a hora da vinda de Jesus. Admitimos que todos concordarão que ela deveria indicar o dia e a hora da vinda de Jesus. O que disse, no entanto? Simplesmente ela descarta essa informação com a seguinte alegação: “Ouvi a hora proclamada, mas não tinha lembrança alguma daquela hora depois que saí da visão”. (EG White; Mensagens Escolhidas, vol I, Ed. Casa Publicadora, Tatuí – SP, 2001- I p. 76). Estaria a Sra. White realmente falando a verdade quando afirma que Deus lhe deu indicação sobre o dia e a hora da vinda de Jesus? É para duvidar. Entretanto, Jesus afirmou que do dia e hora da sua vinda ninguém saberá (Mt 24.36) Mas não param aí as afirmações dela. Afirma que devemos ter cuidado com qualquer pessoa que se aventure a indicar o dia e a hora para a vinda de Jesus. “Precavenham-se todos os nossos irmãos e irmãs de qualquer que marque tempo para o Senhor cumprir Sua Palavra a respeito de Sua vinda, ou acerca de qualquer outra promessa de especial importância, por ele feita. ‘Não vos pertence saber os tempos ou estações que o pai estabeleceu pelo Seu próprio poder.’ Falsos mestres podem parecer muito zelosos da obra de Deus, e podem despender meios para apresentar ao mundo e à igreja as suas teorias; mas como misturam o erro com a verdade, sua mensagem é de engano, e levara almas para veredas falsas. Deve-se-lhe fazer oposição, não porque são homens maus, mas porque são mestres de falsidades e procuram colocar sobre a falsidade o sinête da verdade.”( EG White; Testemunhos Seletos, vol. II; Ed. Casa Publicadora; Tatuí – SP; 1956 - pág. 359). O julgamento que EGW faz de pessoas que misturam o erro com a verdade, levando almas para veredas falsas, é correto. É o seu caso específico.


- Guerra Civil Americana:


Profetizou ela sobre a guerra: “Quando a Inglaterra declarar guerra, tôdas as nações terão seu próprio interesse em acudir, e haverá guerra geral e confusão geral.” (Testemony for The Church, vol. I, citado no livro Subtilezas do Erro, p. 42) (o grifo é nosso). É interessante observar as palavras “Quando” e “haverá” que, num futuro, a Inglaterra declararia guerra e com ela outras nações se envolveriam. A história americana sobre a guerra civil não registra o envolvimento da Inglaterra e muito menos de outras nações. Taxativamente outra falsa profecia. Sobre a Guerra Civil americana não foi ela a única que errou. Joseph Smith Jr. - Profeta da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias, caiu no mesmo erro. Disse ele: “Pois que os Estados do Sul se dividirão contra os Estados do Norte, e aqueles pedirão auxílio a outras nações, mesmo à Grã-Bretanha, como o é chamada, e pedirão auxílio de outras nações, a fim de se defenderem contra outras nações, e então as guerras se esparramarão sobre tidas as nações”.(Doutrina e Convênios, seção 87.3) EGW e Joseph Smith são profetas do mesmo nível: suas profecias não se cumpriram. A fonte da profecia era de Deus, dos homens ou dos demônios? Fica com o leitor a resposta. (1 Tm 4.1; 1 Jo 4.1-3). Tudo quanto ela escreveu foi “profeticamente exato”?


- A Chuva de Meteoros:


“Em 1833... apareceu o último dos sinais prometidos pelo Salvador como indícios dce seu segundo advento. Disse Jesus: estrelas cairão do céu (S. Mateus 24:29). E S. João, no apocalipse declarou, ao contemplar em visão as cenas que deveriam anunciar o dia de Deus: E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, Abalada por um vento forte (Apocalipse 6:13). Esta profecia teve notável e impressionante cumprimento na grande chuva meteórica de 13 de novembro de 1833". ( EG White; O Futuro Decifrado; Ed. Verdade Presente; 32º Ed. Itaquaquecetuba – SP – pág. 36). Aqui percebemos como a profetisa adventista se preocupava em fazer uma cronologia de eventos e acontecimentos que se encaixasse na pseudoprofecia de 22 de outubro de 1844 - dia marcado pelos Adventistas para a volta de Cristo. Ela citou um evento isolado e o usou para florear a doutrina do suposto advento, que mais tarde passou a se chamar de "Juízo Investigativo", onde Jesus teria saído do "santo lugar" e entrado no "santíssimo" (referindo-se ao Templo judaico). Até hoje esse evento é amplamente difundido em seus livros tentando mostrar que aquele codilho teve fundamentação bíblica. Não só a doutrina da volta de Cristo e o “Juízo Investigativo” estavam erradas, mas também os fatos astronômicos citados pela Sra. White e admitido pelos atuais adventistas – “cientificamente correto”. Tivemos a alegria de escrevermos para o "Planetário e Escola Municipal de Astrofísica" de São Paulo sobre o fato descrito pela Sra. White e ficamos surpresos com o que obtivemos. De acordo com o Planetário esse evento ocorreu realmente. Entretanto é um evento astronômico cíclico, ou seja, ocorre com essa intensidade de 33 em 33 anos, leiamos a carta que nos foi enviada: "...Apesar de a Leonídea (chuva de meteoro) ocorrer anualmente, em intervalos de 33 anos, aproximadamente, as chuvas são mais intensas, fato vinculado ao cometa com a qual os Leonídeos estão associados: O Tempel(1866 I), cujo período orbital é de 32,2 anos”. O Evento também não serve como - "sinais eminentes da volta de Cristo”, pois há registros desse acontecimento desde o ano 902 d.C. Podemos afirmar que assim como o cometa de Halley não é um evento apocalíptico, também não o é a chuva de meteoros. (A última chuva ocorreu em novembro de 2000 e foi observada a partir do Oceano Atlântico). O que percebemos é que os Adventistas queriam mistificar o dia 22/10/1844, sendo que o evento de 1833 se encaixava bem na idéia da volta de Jesus Cristo em 1844. Só que a Sra. White só não imaginava que num futuro próximo a sua teoria a colocaria como uma falsa profetisa. Como vemos é muito pouco correto os cálculos e profecias da Sra. White, pena que os adventistas estejam estribados em tão pobre alicerce!


- Racismo


"Mas há uma objeção ao casamento da raça branca com a preta. Todos devem considerar que não têm o direito de trazer à sua prole aquilo que a coloca em desvantagem; não têm o direito de lhe dar como patrimônio hereditário uma condição que os sujeitariam a uma vida de humilhação. Os filhos desses casamentos mistos têm um sentimento de amargura para com os pais que lhes deram essa herança para toda a vida".
( EG White, Mensagens Escolhidas - vol.2; Editora Casa Publicadora, Sto. André- SP; 1985- pág. 343 e 344). Parece que pelo que escreveu a Sra. White, ser negro é:

a) Estar em desvantagem em relação aos brancos;

b) Carregar um patrimônio hereditária inferior;

c) Viver uma vida de humilhação;

d) Ser amargurado por ser negro;

e) Viver proibido de se relacionar com um parceiro branco.

Fico feliz que na Bíblia o negro sempre foi respeitado por Deus. Até na hora da crucificação o escolhido para ajudar o Senhor com a sua cruz foi um negro (Mc 15.21); quando o profeta Jeremias agonizava em um poço (Jr 38), Deus usou outro negro para ajudá-lo; Salomão recebeu a Rainha de Sabá, que era negra, e Jesus Cristo elogiou a sua sabedoria (I Rs 10; Mt 12.42). Assim vemos como o negro é importante para o nosso Cristo. Sem contar que o salvador da humanidade tinha em sua genealogia pessoas de cor negra (Mt 1). O Senhor ama a todos, pois assim nos diz a palavra: Pois em um só Espírito fomos todos nós batizados em um só corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos quer livres (quer negros); e a todos nós foi dado beber de um só Espírito (I Co 12.13 - parêntese do autor). Não importa a cor da pele, somos um em Cristo Jesus, mas jamais poderíamos ser um em concordância com as afirmativas da Sra. White.

Poderíamos citar muitas outras contradições, mas perderíamos o objetivo desse escopo, que é dar um panorama geral na doutrina adventista.


                                                                        Pr. João Flávio Martinez colaborou com este artigo.


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Domingo, 8 de Março de 2009

MARIOLATRIA




MARIOLATRIA
Introdução
I.    O Que é Mariolatria?
II.  As Glórias de Maria.
III. Maria na Liturgia do Catolicismo.
IV. Outras Tentativas de Divinizar Maria.
Conclusão

TEMA:
A Verdade sobre Maria Mãe de Deus.
Introdução
No Nordeste brasileiro, onde a tradição católica é mais forte, os evangélicos são constantemente  acusados de não gostarem da mãe de Jesus. É evidente que essa acusação é improcedente, o oposto dela é a verdade, pois os evangélicos são os que realmente dão à mãe do Salvador o lugar que a ela é atribuído pelas Escrituras.
O que nós não podemos aceitar é que, fora do terreno bíblico, alguém se invista de autoridade para contradizer o ensino canônico da Bíblia Sagrada, mesmo que esse alguém seja uma reconhecida autoridade eclesiástica, como o foi Irineu, Agostinho ou mesmo um gênio do pensamento ocidental  como Tomás de Aquino. Precisamos distinguir o bíblico do não bíblico, separar o joio do trigo. 
1. O Espírito Santo e Maria – Contradições na teologia romanista.
O cardeal belga Leon Joseph Suenens está consciente da grande dificuldade em reconciliar católicos romanos e protestantes. A maior dificuldade, segundo ele, gira justamente em torno do culto a Maria. Para os católicos romanos, esse culto já se tornou um dogma, enquanto os protestantes sabem que não passa de uma forma de paganismo, uma vez que não tem fundamentação bíblica.
Em um de seus livros, Suenens escreveu um capítulo que intitulou de O Espírito Santo e Maria. Nele, procura com muita perspicácia tornar bíblico o marianismo. Suenens, que era um “ecumenista” fervoroso, demonstrava conhecer o espírito antimariólatra reinante no protestantismo: 
Para que se veja melhor o lugar de Maria no seio da renovação pneumatológica, devemos tomar consciência daquilo que influenciou desfavoravelmente os nossos irmãos protestantes em relação a Maria. Para muitos deles, a posição católica parecia desconhecer a função do Espírito Santo e, por conseguinte, a única mediação de Cristo. Não há dúvida de que a sua hesitação tem ainda outras fontes como certos exageros de teologia ou de piedade popular ao verem que se atribui a Maria aquilo que, a seus olhos, depende do Espírito Santo (...) não estão longe de julgar que colocamos Maria quase no lugar do Espírito Santo, e isso entrava o diálogo ecumênico sobre este ponto, bloqueando o caminho para a unidade. [1]  
É a partir desse ponto que Suenens se propõe a revelar uma teologia mariana, que seria a grande síntese daquilo que dizem os católicos romanos com aquilo que crêem os protestantes. Em palavras mais simples, uma teologia mariana que agradaria a gregos e a troianos.
Quero frisar algumas das frases ditas por Suenens, com relação ao posicionamento dos protestantes com respeito à teologia católica, todavia corrigindo alguns termos usados pelo líder carismático:
1) Desconhecimento da Função do Espírito Santo. A posição católica romana não parece desconhecer, mas de fato desconhece a função do Espírito Santo. Isto é revelado nas palavras dos seus próprios teólogos. O padre carismático S. Falvo diz em um de seus livros que “será Maria quem revelará Jesus nas páginas de seu livro”. [2] Ele atribui à mãe do Salvador o papel de agente da revelação. Ao afirmar nas páginas de seu livro, que Maria seria quem revelaria Jesus, ele colocou sobre a mãe do Salvador uma função que ela nunca reivindicou para si, e que é uma das atribuições do Espírito Santo: “Quando, porém, vier o Consolador (o Espírito Santo), que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim” (Jo 15.26). Em outro texto as Escrituras afirmam: “Quando porém vier o Espírito da Verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; por que não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.13-14). Paulo tinha plena consciência de que a fonte da revelação estava no Espírito Santo: “Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus” (1 Co 2.10).  
Estes textos não deixam dúvidas que o agente da revelação, e quem, portanto, revela Jesus, é o Espírito Santo. 
2) Mediação de Cristo. A posição católica romana não parece desconhecer, mas de fato desconhece a única mediação de Cristo. Em uma recente reportagem intitulada Maria está no meio de nós, datada de 25/7/2001, a revista Istoé mostra o esforço que a Renovação Católica Carismática vem mantendo no sentido de tornar dogma a crença romanista que diz ser Maria “co-redentora, mediadora de todas as graças e advogada do povo de Deus”. [3]
Ao falar da “poderosa intercessão (de Maria) a favor de todos os filhos seus”, o também carismático padre Salvador Carrillo Alday [4] atropela o texto bíblico de 1 Timóteo 2.5: “Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”. 
3) O culto mariólatra não é apenas das massas. Não é somente no catolicismo romano popular (das massas) que se atribui a Maria o papel que é devido somente à Trindade. Tanto Agostinho, quanto Tomás de Aquino e Antônio Vieira, e mais recentemente muitos carismáticos, fizeram uma verdadeira apologia ao culto mariano. O culto à pessoa de Maria é generalizado e não somente entre os mais incultos. O padre Antônio Vieira, um dos sacerdotes mais cultos do catolicismo romano, faz um resgate histórico das palavras de vários pensadores, a fim de dar interpretação do que significa “o nome Maria para a igreja de Roma”:  
      Letra M – “Mãe de Deus digna do digno, formosa do formoso, pura do incorrupto. M, Maria que desceu do Céu, e com um manjar mais suave que o mel sustenta a todo o mundo. M, Mão direita de Cristo, a qual Ele estende para levantar a sua graça a todos  os caídos. M, Mar Vermelho, que afogou o místico Faraó, isto é, o Demônio.  M, Mediadora para o mediador, que é Cristo para com o Padre, e Maria com Cristo. M, Milagre dos milagres, e o maior de todos os milagres”.
      Letra A – “Árvore da vida, que só foi digna de dar o fruto da saúde eterna. A, Adjutório do Altíssimo, por que Maria ajudou e ajuda a Cristo a salvar  o gênero humano. A, Arca do Testamento, na qual estiveram encerrados todos os mistérios arcanos da divindade. A, Alabastro do ungüento de nossa santificação. A, Aula da universal propiciação, em que se concedem os perdões a todos os pecadores”. 
      Letra R – “Rainha, cujo reino fundado na Terra, e consumado no Céu, é de potência inexpugnável. R, Razão única e total de todas nossas esperanças. R, Raiz não só da glória, mas de todos os bens ainda desta vida. R, Recreação e alívio potentíssimo de todos os afligidos. R, Reparadora das ruínas de Eva, que assim como por ela entrou no mundo a morte, por Maria se restituísse a vida. R, Rosa do paraíso do Céu”.
      Letra I – “Idéia digna da divindade. I, Íris, sinal de paz e clemência; porque pondo Deus os olhos em Maria, como prometeu do antigo arco celeste, desiste dos castigos que merecem os pecados do mundo. I, Inventora magnífica da graça. I, Intercessora imperial que não rogando como serva, mas mandando como Senhora, impetra do Tribunal Divino quanto procura. I, Ímã, ou magnete eficacíssima, a qual, como aquela pedra atrai o ferro, assim Maria atrai e traz a Deus os duros corações dos pecadores”.
      Letra A – Neste ponto, comenta Vieira: “Só nos resta a última letra, que é o segundo A, e posto que do primeiro dissemos tão excelentes prerrogativas, ainda são maiores as que agora ouvireis: A, Arca de Noé. A, Antídoto da vida contra o veneno de Eva. A, Âncora firmíssima de todas as nossas esperanças no mar tempestuoso deste mundo. A, Atlante do Céu e da Terra, os quais já se tiveram arruinado, se Maria com o poder de sua intercessão os não sustentara. A, Agregado de todas as graças em si mesma, e para conosco.” [5] Depois de tudo isso, será que a mariolatria é própria apenas do “povão”?
4) O catolicismo substitui o Espírito por Maria. O catolicismo romano não coloca Maria quase no lugar do Espírito Santo, mas no lugar mesmo. No seu livro Aprendendo a dizer sim com Maria, o padre carismático Marcelo Rossi diz: 
Aqui veremos o que fazer para ter contato maior com nossa mãe, que, em todos os momentos, por sua intercessão, nos guarda em seu coração e nos conduz à santidade. [6]
Além de atribuir o papel de intercessora a Maria, função esta que é exclusivamente de Cristo, como já vimos, Rossi também atribui à mãe do Salvador a função de  santificadora, que, segundo as Escrituras, é uma das funções do Espírito Santo: “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (1 Ts 2.13). “Eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas” (1 Pe 1.2). Estes textos bíblicos não deixam dúvidas de que a santificação é uma obra do Espírito Santo. 
Observamos, pois, que aquilo que o catolicismo romano diz acerca da mãe de Jesus não tem fundamentação bíblica. Vejamos agora o que as Escrituras dizem sobre ela.
2. O que diz a Bíblia sobre Maria?
1) Era da linhagem de Davi (Lc 3); 

2) Era uma virgem por ocasião da visita do anjo: “...a uma virgem desposada com um varão cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria” (Lc 1.27);
3) Foi agraciada por Deus ao ser escolhida para ser a mãe do Salvador: “Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus” (Lc 1.30);
4) Concebeu do Espírito Santo: “E, projetando ele isso, eis que, em sonho, lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo” (Mt 1.20).
5) Foi a mãe de Cristo Jesus: “...e Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu Jesus, que se chama o Cristo” (Mt 1.16). 
6) Teve outros filhos além de Jesus: “Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?” (Mt 13.55; Mc 6.3). “Depois disso, desceu a Cafarnaum, ele e sua mãe, e seus irmãos, e seus discípulos, e ficaram ali não muitos dias” (Jo 2.12).
7) Servia a Deus: “Disse, então, Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela” (Lc 1.38).
8) Era devota ao Senhor: “Disse, então, Maria: A minha alma engrandece ao Senhor” (Lc 1.46).
9) Necessitou de um Salvador: “E disse Maria: a minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus meu Salvador” (Lc 1.46-47).
10) Era feliz pelas coisas que Jesus realizava: “José e Maria se maravilharam das coisas que dele se diziam” (Lc 2.33).
11) Mandou fazer tudo o que Jesus dissesse: “Sua mãe disse aos empregados: Fazei tudo quanto ele vos disser” (Jo 2.5). 
12) Estava presente por ocasião da crucificação de Jesus. “E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena” (Jo 19.25).
13) Ficou aos cuidados de João após a morte e ressurreição de Jesus: “Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa” (Jo 19.27).
14) Estava reunida com os apóstolos por ocasião da descida do Espírito Santo no Dia de Pentecostes: “Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com seus irmãos” (At 1.14).
Estes são textos bíblicos sobre Maria, a mãe de Jesus Cristo. Em nenhum deles encontramos ela reivindicando ser a medianeira, a co-redentora, ou mesmo buscando ser venerada. Aliás, em nenhum texto das Escrituras encontramos os apóstolos e os crentes da Igreja Primitiva defendendo esse ensino.
3. Dogmas equivocados
O dogma da perpétua virgindade de Maria afirma que a mãe de Jesus manteve sua virgindade mesmo depois do parto. No terreno bíblico não há nenhum elemento que nos permita afirmar que Maria manteve-se sempre virgem. Saindo da Bíblia, existe apenas a literatura apócrifa que defende essa idéia. Elas afirmam que, mesmo depois do parto, a mãe de Jesus permaneceu virgem. Esse ensino é posteriormente defendido por Agostinho e Tomás de Aquino.
Fora da visão bíblica, a idéia comum era associar sexo com pecado. Assim sendo, Maria, após ter gerado Jesus, Jamais poderia ter contato sexual com homem algum, mesmo que esse homem fosse José, seu marido. Mantendo-se virgem mesmo depois do parto, Maria também não poderia ter gerado outros filhos. 
3.1. Agostinho.
É interessante observarmos como Agostinho (354–430 d.C.), um dos mais famosos Pais da Igreja, distorce a interpretação de Ezequiel 44.2, conforme cita Tomás de Aquino: 
Que significa a porta fechada na Casa do Senhor, senão que Maria sempre será intacta? E que significa a expressão ‘nenhum homem passará por ela’, senão que José não a conhecerá? E ‘só o Senhor entrará e sairá por ela’, senão que o Espírito Santo a fecundará e dela nascerá o Senhor dos anjos? E que significa ‘estará eternamente fechada’, senão que Maria será virgem antes, durante e depois do parto? (Suma Teológica, pág.3746).
Tal exegese carece de apoio bíblico.
3.2. Origem apócrifa.
Se esta doutrina católica romana não tem fundamentação bíblica, qual, pois, a sua origem? O erudito J. Stafford Wright responde: 
A idéia (da perpétua virgindade de Maria) aparece pela primeira vez no Proto-evangelho de Tiago (um apócrifo escrito provavelmente em fins do século 2d.C.), e, depois disto, surge em vários escritores, e.g. João Damasco (de fide Orthodoxa 4,15) e Bernardo (Sermo de Virginis Nativitate 4)  (Dicionário  Internacional de Teologia do Novo Testamento, Edições Vida Nova). 
Como vemos, o dogma que sustenta que Maria se manteve sempre virgem não se apóia nas Escrituras, mas na literatura apócrifa e na tradição. 
A Bíblia não fala da perpétua virgindade de Maria, como alegam os teólogos romanistas. Comenta Wreight: 
Esta doutrina presta homenagem à idéia da virgindade perpétua da Bendita Virgem Maria, mas enfrenta dificuldade na citação deliberada que Lucas faz de ‘todo primogênito que abre a madre de sua mãe’ (Lc 2.23 e Êx 13.2,12). 
Em palavras mais simples, a Escritura Sagrada contradiz essa crença católica. Um outro ponto a ser destacado é que, segundo a Bíblia, José, esposo de Maria, “não a conheceu [teve relações sexuais] até o dia em que ela deu à luz um filho. E ele o chamou com o nome de Jesus” (Mt 1.25). Após esse período, há várias referências bíblicas mostrando que José e Maria levaram a vida normal de um casal e geraram muitos filhos (Mt 12.46-47; Mc 6.3; Jo 2.12; 7.3-5). A esse respeito, a Bíblia de Jerusalém, que é uma das mais conceituadas versões católicas, comentando essa passagem, diz: “O texto não considera o período ulterior e por si não afirma a virgindade perpétua de Maria, mas o resto do Evangelho, bem como a tradição da Igreja, a supõem”. 
Há somente uma ressalva a se fazer a esse comentário da Bíblia de Jerusalém: “o resto do Evangelho”, ao qual faz referência, também não apóia essa crença. A desculpa católica romana para explicar quem são esses irmãos de Jesus, é que a palavra grega adelphos, usada nesses textos, significa na verdade “primos” e não “irmãos”. Dessa  forma, os irmãos do Salvador seriam na verdade seus primos. Essa idéia foi difundida por Jerônimo, mas basta uma consulta ao texto grego para verificarmos que ela não se sustenta.
      Em Colossenses 4.10, lemos: “Saúda-vos Aristarco, prisioneiro comigo, e Marcos, primo (gr. Anepsios) de Barnabé, sobre quem recebestes instruções; se ele for ter convosco, acolhei-o”. Nesse texto, Paulo, ao se referir ao primo de Barnabé, usa o termo  grego anepsios e não adelphos. O termo grego anepsios significa literalmente “filho da irmã” ou “primo”. É na tradição, na suposição, e não na Bíblia, que tal crença está alicerçada. 
3.3. Dogma da imaculada conceição de Maria.
O dogma da imaculada conceição de Maria é outro erro. Ele ensina que Maria nasceu sem pecado. A exemplo de Agostinho, Tomás de Aquino, cita Cantares 4.7 fora do seu contexto para provar esse dogma. O livro de Cantares fala do relacionamento entre um homem e uma mulher, e sempre foi visto como uma alegoria representando Cristo e a sua Igreja. Por que não é citada uma passagem clara do Novo Testamento para corroborar tal crença? Simplesmente porque não existe nenhuma. 
     Evangelho Árabe da Infância. É no livro apócrifo Evangelho Árabe da Infância que encontra-se tal ensino. No dia 8 de dezembro de 1854, o Papa Pio IX declarou como dogma a crença na imaculada conceição. A Igreja Católica Romana se esquece que, para Maria ser isenta de pecado, era necessário que seus pais também o fossem, e assim ad infinitum, o que contraria o texto bíblico que diz: “Todos  pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). A Bíblia é clara em afirmar que somente o Senhor  Jesus jamais pecou (1 Pe 2.22). 
O dogma da assunção de Maria também vai além de qualquer texto bíblico, ao afirmar que Maria subiu ao Céu em corpo e alma. As Escrituras afirmam, porém, que “ninguém subiu ao Céu, a não ser aquele que desceu do Céu, o Filho do Homem” (Jo 3.13). 
      Passagem da Bem-aventurada Virgem Maria. De onde vem mais esse ensino antibíblico? Mais uma vez da literatura apócrifa, como Passagem da Bem-aventurada Virgem Maria, um texto produzido no 4º século. Em 1 de novembro de 1950, o Papa Pio XII defendeu o dogma da assunção de Maria. Algum texto bíblico é invocado para corroborar essa crença católica? Não, apenas Tomás de Aquino, que cita Agostinho, que por falta de evidência bíblica usou de silogismos, e não a Bíblia: “Agostinho prova com razões que a Virgem foi assunta ao céu em corpo, o que, contudo,  não o diz a Escritura” (Suma Teológica, volume 8, pág. 3729). Não há nenhuma evidência bíblica que fundamente  esse ensino.
4. O que diz a Teologia Bíblica sobre Maria
Na Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, temos um comentário sobre a pessoa de Maria, que resume bem o que diz a Teologia Bíblica acerca da mãe do Salvador:  
Evidentemente, a genitora de Jesus era da linhagem de Davi (Lc 3), sendo esposa de José e tendo sido declarada virgem quando da concepção e do nascimento de Jesus (Mt 1.18,23 e Lc 1.27). Não dispomos de informações abundantes acerca dela, sendo evidente que não manteve grande contato com Jesus durante o tempo de seu ministério público (...) parece algo indiscutível que Maria teve outros filhos e também filhas, conforme vemos com mais pormenores no trecho de Mateus 12.46,47. 
Maria estava em companhia de Jesus durante a sua paixão e morte, segundo vemos em João 19.25-27; e, momentos antes de Jesus expirar, foi entregue aos cuidados do apóstolo João”. 
[...] Acerca de Maria, mãe de Jesus, ninguém pode dizer mais do que fez sua prima, Isabel, a saber: ‘Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto de teu ventre’ (Lc 1.42). No tocante à vida de Maria, após a ascensão de Jesus, temos a breve observação de Atos 1.14, que a menciona, juntamente com os discípulos, entregue à oração. Porém, o que o Novo Testamento deixou sem contar, os evangelhos apócrifos e muitas lendas pias não tardaram em preencher, de tal modo que, no caso de outros personagens destacados na vida terrena de Jesus, grande acúmulo de material espúrio se desenvolveu em torno dela, embora boa parte desse material tenha sido acolhido como verdadeiro, especialmente nos círculos da igreja cristã ocidental (catolicismo romano), incluindo até mesmo a declaração de sua impecabilidade (a chamada doutrina da “imaculada conceição”, que não teria sido pecaminosa), e também a sua ressurreição e ascensão, conforme a natureza da experiência de Jesus.
Tais declarações lendárias, no entanto, não têm sido aceitas pela igreja cristã em geral, excetuando a igreja ocidental (romana) e a igreja ortodoxa grega, principalmente porque esses informes apócrifos não gozam de qualquer apoio por parte do próprio Novo Testamento e, por isso mesmo, embora talvez tenham sido escritos com intenções piedosas, são tidos como produtos da imaginação”.[7]
José Gonçalves da Costa Gomes – Ministro evangélico no Piauí, conferencista, articulista dos periódicos da CPAD, formado em Teologia e Filosofia, professor de grego, hebraico, Teologia Sistemática e Religiões Comparadas, membro da Comissão de Apologia da CGADB e autor da obra “Por que caem os valentes: análise bíblica e teológica acerca do fracasso ministerial” editado pela CPAD.

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Sábado, 7 de Março de 2009

O silêncio de Deus


NO SILENCIO, DEUS FALA

Quando estamos magoados, às vezes encontramos a cura falando sobre essa magoa – com um amigo, com um conselheiro, com Deus. Mas, por fim, chega o momento de parar de falar e começar a ouvir.
Há vezes em que falar é violar o momento... Nesses casos, o silencio representa o maior respeito. O termo que mais bem define instantes como esses é reverencia.
Essa foi uma lição que Jó, - o homem na Bíblia mais tocado pela tragédia e pelo desespero – aprendeu. Se Jó tinha um defeito, seu defeito era a língua. Ele falava demais.
Não que alguém pudesse culpá-lo; a calamidade lançou-se sobre o homem como uma leoa sobre um bando de gazelas, e, quando o alvoroço passou, mal havia restado uma parede em pé ou um ente querido com vida. Os inimigos mataram o gado de Jó, e relâmpagos destruíram suas ovelhas. Ventos fortes deixaram sob os escombros seus filhos que faziam festa.
Jó sabia como era perder aqueles a quem amava quando a casa veio abaixo.
Jó nem teve tempo de enterrar seus filhos antes de ver a lepra em suas mãos e as terríveis feridas em sua pele. Sua esposa, ainda que muito compassiva, lhe disse: “Amaldiçoe a Deus, e morra”. Seus quatros amigos se aproximaram de seu leito como sargentos instrutores, dizendo-lhe que Deus é justo e que a dor é conseqüência do pecado, e que, tão certo quanto dois mais dois são quatro, Jó devia ter algum antecedente criminal em seu passado para sofrer assim.
Cada um tinha sua própria interpretação de Deus, e cada um falava em alto e bom som sobre quem é Deus e por que Deus fizera aquilo tudo. Eles não foram os únicos a falar sobre Deus. Quando os acusadores de Jó pararam, Jó deu sua resposta. De um lado para o outro eles andavam...
Jó abriu a boca... (3.1)
Então respondeu Elifaz, de Temã... (4:1)
Então Jó, respondeu... (6.1)
Então Bildade, de Suá, respondeu... (8.1)
Então Jó, respondeu..... (9.1)
Então Zofar, de Naamate, respondeu... (11.1)

Este pingue-pongue verbal se estende por 23 capítulos. Por fim, Jó fica cheio dessas “respostas”. Chega de conversa fiada em grupo! É hora de fazer um discurso importante. Ele segura o microfone com uma mão e o púlpito com a outra, e começa. Por seis capítulos, Jó da suas opiniões sobre Deus. Desta vez, o capitulo começa com: “E Jó prosseguiu”, “E Jó prosseguiu”, “E Jó prosseguiu”. Ele define Deus, explica Deus, examina Deus. Tem-se a impressão de que Jó sabe mais sobre Deus do que o próprio Deus!
Chegamos ao capitulo 37 do livro antes de Deus limpar a garganta para falar. O capitulo 38 começa com estas palavras: “Então o SENHOR respondeu a Jó”.
Se a sua Bíblia for igual a minha, há um erro nesse versículo. As palavras estão perfeitas, mas o tamanho da fonte está errado. As palavras deveriam ser assim:
ENTÃO O SENHOR RESPONDEU A JÓ!
Deus fala. Rostos se voltam para o céu. Ventos inclinam as arvores. Os vizinhos se lançam nos abrigos para tempestades. Gatos sobem correndo nas arvores e cachorros se enfiam no meio das moitas. “Está ventando, querido. Melhor tirar os lençóis do varal.” Deus não precisou abrir mais a sua boca para falar que Jó soubesse que deveria manter a sua fechada.
Vou fazer-lhe perguntas,
E você me responderá.
“Onde você estava, quando lancei os alicerces da terra?
Responda-me, se é que você sabe tanto.
Quem marcou os limites das suas dimensões?
Talvez você saiba!
E quem estendeu sobre ela a linha de medir?
E os seus fundamentos, sobre o que foram postos?
E quem colocou sua pedra de esquina,
Enquanto as estrelas matutinas juntas cantavam e todos os anjos se regozijavam?”
(38.3-7)

Deus inunda o céu de perguntas e Jó não pode deixar de fazer outra coisa senão entender: somente Deus define Deus. Você precisa conhecer o alfabeto antes de poder ler; e Deus diz para Jó: “Você nem conhece o ABC do céu, muito menos tem vocabulário”. Pela primeira vez, Jó fica quieto. Silenciado pela enxurrada de perguntas.

Você já foi até as nascentes do mar, já passeou pelas obscuras profundezas do abismo?
Acaso você entrou nos reservatórios de neve, já viu os depósitos de saraiva?
É você que dá força ao cavalo ou veste o seu pescoço com sua crina tremulante?
Você o faz saltar como gafanhoto?
É graças à inteligência que você tem que o falcão alça vôo e estende as asas rumo ao sul?
(38.16,22; 39.19,20, 26)

Jó mal tem tempo para balançar a cabeça em resposta a uma pergunta antes de outra lhe ser feita. A implicação do Pai é clara: “Assim que você for capaz de lidar com estas simples questões relacionadas a armazenar estrelas e esticar o pescoço do avestruz, teremos uma conversa sobre dor e sofrimento. Mas, até lá, não precisamos de seus comentários”.
Jó entendeu a mensagem? Acho que sim. Ouça a resposta de Jó:
Sou indigno; como posso responder-te? Ponho a mão sobre a minha boca.
(40.4)

Observe a mudança. Antes de ouvir Deus, Jó não conseguia falar o suficiente. Depois de ouvir Deus, ele não conseguia falar nada.
O silencio era a única resposta adequada. Houve um tempo na vida de Thomas Kempis em que ele, também, cobriu sua boca. Ele havia escrito muita coisa sobre o caráter de Deus. Mas, um dia, Deus o confrontou com tamanha graça santa que, daquele momento em diante, todas as palavras de Kempis “passaram a parecer palha”. Ele deixou de lado a caneta e nunca mais escreveu outra linha. Ele pôs a mão sobre sua boca.
O termo usado para tais momentos é reverencia.
Jesus ensinou-nos a orar com reverencia ao exemplificar para nós o “Santificado seja o teu nome”. Essa frase é uma petição, não uma declaração. Um pedido, não um anuncio. “Sê santificado, Senhor. Faze o que for preciso para ser santo em minha vida. Ocupa o teu legitimo lugar no trono. Exalta-te. Engrandece-te. Glorifica-te. Sê Senhor, e eu ficarei em silencio.”
A palavra santificado vem da palavra santo, e a palavra santo significa “separar”. A origem da palavra pode ser remontada a uma palavra antiga que significa “cortar”. Ser santo, então, é estar acima da norma, ser superior, ser extraordinário. O santo habita um nível diferente daquele em que o restante de nós vive. O que nos assusta não o assusta. O que nos preocupa não o preocupa.
Sou mais um apreciador da terra firme do que um marinheiro, mas já andei de barco o suficiente para saber qual é o segredo para encontrar terra em meio a uma tempestade... Você não mira outro barco; é claro que não fita as ondas; tem em perspectiva um objeto não afetado pelo vento – uma luz na praia – e vai em direção a ela. A luz não é afetada pela tempestade.
Ao buscar Deus, você faz o mesmo. Quando você tem em perspectiva o nosso Deus, se concentra naquele que vence qualquer tempestade que a vida pode trazer.
Como Jó, você encontra paz na dor.
Como Jó, você cobre sua boca e fica quieto.
“Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus!” (Salmos 46.10). Esse versículo contém um mandamento com uma promessa.
Qual o mandamento? Parem de lutar. Cubram a boca. Dobrem os joelhos.
Qual a promessa? Vocês saberão que eu sou Deus.
O barco da fé viaja em águas tranqüilas. A crença anda nas asas da espera.
Em meio as suas tempestades diárias, e nesta tempestade que assolou nosso país e até o mundo inteiro, faça questão de ficar quieto e de ter Deus em perspectiva. Deixe que Deus seja Deus. Deixe que Ele o banhe em sua gloria para que tanto seu fôlego como seus problemas sejam absorvidos de sua alma. Fique quieto. Fique em silencio. Esteja aberto e disposto. Reserve um momento para ficar quieto e saber que ele é Deus.
Dias melhores virão
Capítulo 6
Max Lucado

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Envio de Músicas

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