A Igreja Mórmon - Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (SUD)



OA PROFETAS POLIGÂMICOS
A Igreja Mórmon, oficialmente conhecida como Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (SUD), até há alguns anos atrás permitia que seus membros praticassem a poligamia, hábito que lhe rendeu alguns processos judiciais nos Estados Unidos.
Fundada por Joseph Smith em 06/04/1830, a Igreja SUD foi se desenvolvendo e nos últimos anos tem crescido muito, chegando à casa de 10 milhões de adeptos no mundo inteiro. No Brasil a Igreja SUD tem feito um trabalho de sedução entre os cristãos e tem conseguido arrebanhar muitos deles das denominações tradicionais, principalmente entre os crentes ignorantes da Bíblia, que logo são fisgados. Ela é especialista em roubar os Batistas que não estudam a Bíblia e sempre caem em seus "contos-do-profeta".

Joseph Smith, um ex-presbiteriano, era maçom, ocultista disse ter recebido a visita do Anjo Moroni, que lhe entregou as tábuas de ouro em "Egípcio Reformado" (língua até hoje desconhecida) e com essas inscrições misteriosas ele escreveu o Livro de Mórmon, que tem mais valor para a Igreja SUD do que as Sagradas Escrituras. Com o passar dos anos cada profeta mormon ia fazendo revisões nas doutrinas pregadas pelo Livro de Mórmon e hoje existem muitas diferenças entre os ensinos originais e os da atualidade. E muitas outras publicações de ontem falam uma coisa e as de hoje falam outra bem diferente, de acordo com a conveniência dos líderes da Igreja SUD.

Joseph Smith foi linchado na prisão, em 1844, onde se encontrava detido por desordem dos membros de sua Igreja contra um jornal que havia atacado sua religião, por sonegação de impostos e poligamia. Sua morte se deu pouco tempo depois dele ter pregado que Deus Pai era Adão e que o mundo fora feito por três deuses distintos.
Um dos ensinos da SUD é sobre a poligamia, antes praticada pelos Mórmons e hoje aparentemente proibida. O interessante é que a SUD tem procurado destruir os arquivos que registram a poligamia no século passado, mas a História tem sido implacável, mostrando que realmente muitos profetas mormons foram polígamos, a começar do fundador da religião, que, segundo pesquisa do jornal "The Evangel", teve dezenas de esposas.
Joseph Smith teve "mais de 200 esposas a eles seladas após sua morte, a pedido delas mesmas", segundo registro no prefácio da segunda edição do livro de Fawn Brodie, "No Man Knows My History", a qual viu as listas das esposas dos profetas nos Arquivos Genealógicos da SUD, em Salt Lake City, em 1944.

Uma dessas esposas, Zinna Diantha Huntington, era casada com o irmão Henry B. Jacobs e Joseph a tomou para si, enquanto o marido de Zinna viajava. Quando ele regressou, a esposa estava casada com Joseph, que a devolveu ao marido. Alguns anos mais tarde, ela foi selada "para a eternidade" a Joseph e "para o tempo" ao seu sucessor, Brigham Young, que achou por bem tirá-la definitivamente do irmão Jacobs, tornando-a a esposa No. 5 de sua lista, que chegaria a 55 mulheres. Zinna faleceu em 29/08/1901 como esposa de Brigham. (Joseph Smith and Polygamy, p. 42) .

Quanto às esposas de Brigham Young, sucessor de Joseph Smith, ele um dia ficou tão perturbado com as desavenças em casa, que fez um sermão na Igreja prometendo liberar todas elas do compromisso matrimonial. Para ele era fácil expressar tanta "generosidade", pois as pobres e infelizes esposas mórmons, caso abandonassem seus maridos, ficariam espiritual, moral e economicamente liquidadas, naquela época. Ele dizia em seu sermão, especialmente às mulheres idosas: "É hora de vocês deixarem o campo livre para outras mulheres que possam me dar filhos. Mesmo que me tenham dado todos os filhos que puderam me dar, a lei celestial me ensinaria a tomar mulheres jovens que pudessem me dar filhos". (Journal of Discourses 4:55-57 e Deseret News 6:235-236). Zinna costumava dizer que "É dever da primeira esposa considerar o seu marido com indiferença, e com nenhum outro sentimento que não seja a reverência, pois o amor que devotamos é um sentimento falso... que jamais deveria ter lugar na poligamia". (The Lion of the Lord, ps. 229-230).

Quando os profetas tomavam a segunda esposa, a primeira sofria muito. Uma delas, sabendo que seu marido ia trazer uma nova mulher para o seu leito conjugal, ficou tão transtornada que subiu ao telhado da casa, em plena noite de inverno, e lá se deixou congelar até a morte (Isn't One Wife Enough? - ps. 147-148).
Brigham Young gostava de se gabar da atração que exercia sobre as mulheres: "O irmão Cannon observou que as pessoas se admiram de quantas esposas e filhos eu tenho...Pode informá-las de que terei esposas e filhos até um milhão, e glória, e riqueza, e poder, e domínio e reino após reino, e reinarei triunfantemente". (Journal of Discourses 8:178).

Hoje em dia, a política da Igreja SUD é bem diferente. Ela promove reuniões nos lares, seus membros têm uma moral impecável e são escravos da Igreja, pois quando saem sofrem as maiores represálias por parte dos líderes e membros. Foi o que aconteceu há alguns atrás com o casal Dennis e Rauni Higley, hoje a serviço do Senhor Jesus, numa Igreja Batista, em Utah. O marido, pertencente à sexta geração de Mórmons, já que o seu hectavô era um dos fundadores da Igreja, perdeu a negócio, que foi boicotado pela SUD. A mulher, que nascera na religião Luterana e havia se convertido à SUD, há muitos anos, na Finlândia, ficou difamada e o casal levou muito tempo para conseguir se refazer dos prejuízos financeiros e morais. Hoje ele é reformador de casas e ela é corretora de imóveis em Utah. A conversão veio com a leitura séria da Bíblia. (The Evangel, Utah).

Dennis e Rauni sofreram muito com a perseguição que lhes foi movida pela sua ex-Igreja. Mas hoje, libertos e renovados no sangue precioso de Jesus, afirmam que valeu a pena! Paulo diz que todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos (2 Timóteo 3:12). Ele diz "todos" e não apenas alguns. Hoje, no Brasil, ser crente é fácil. Não há perseguição e até dá status. Eu só imagino o que haverá de crentes debandando, quando vier uma perseguição religiosa neste país, a qual já está sendo, há muito tempo, organizada por uma certa Igreja...

Qualquer Igreja que exerce poder ditatorial sobre os seus membros demonstra ser uma seita e, portanto, deve ser evitada. O Mormonismo é uma religião anti-bíblica, falsa, e perigosa. Seus missionários atraem as pessoas com palavras melífluas, dão apoio moral aos carentes afetivos, e depois abocanham-nos em suas malhas tecidas no engodo religioso. Cuidado com os dois rapazes Mórmons simpáticos, que estão sempre abordando pessoas na rua, nos pontos de ônibus e de escolas. Sua religião é como uma laranja meio podre: têm um lado aromático, dourado, doce, gostoso e outro lado cinzento, cheio de germes danosos para a alma dos que se agregam a essa Igreja dada aos mistérios, com serviços de batismos pelos mortos, casamentos celestiais, roupas íntimas de proteção contra os maus espíritos, e outras práticas ocultistas condenadas pela Palavra de Deus.


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