Maldições dos Faraós egípcios


Envolvida com a Maldição de Tutancâmon
Eu, Rebecca, caí numa armadilha dessas, alguns anos atrás. Sempre tive uma fascinação por diversos materiais bíblicos, tais como o alabastro referido no Antigo Testamento. Nunca tinha tido a oportunidade de ver nenhum desses materiais. Então, quando es­tava na faculdade de medicina, nos anos 70, a exposição Rei Tut veio do Egito para percorrer os Estados Unidos. Muitos objetos antigos e belos que foram escavados do túmulo do Rei Tutancâmon, do Egito, estavam em exposição.
Sem parar para perguntar ao Se­nhor, decidi ir ver aquela exposição, porque queria demais ver com meus próprios olhos uma peça de alabastro e outros belos materi­ais dos tempos bíblicos. Eu não podia nem imaginar as amplas e desastrosas conseqüências sobre a minha vida que seriam causa­das pela minha ida ali.
Toda a exposição de fato era muito bonita e fascinante. Gos­tei demais dela. Mais tarde naquele ano meu problema crônico de saúde piorou. Nos treze anos seguintes tive que lutar contra uma enfermidade após outra. Antes que o Senhor me curasse de uma doença, outra já tinha começado. Não importava o quanto eu oras­se e jejuasse ou quem fosse que orasse por mim, a minha saúde não melhorava. Eu estava doente e fraca quando me casei com Daniel.
Cerca de seis meses depois do nosso casamento, estávamos deitados na cama uma certa noite discutindo as Escrituras (como é o nosso costume), quando perguntei a Daniel se ele alguma vez tinha visto uma peça de alabastro. Ele respondeu que não. Disse-lhe então que eu tinha visto na exposição do Rei Tut.
Perguntei-lhe se ele não tinha visto aquela exposição. De novo ele me disse que não. Mesmo não sendo cristão naquele tempo, ele não fora ver a exposição por causa do seu conhecimento da história do Egito.
Daniel explicou que, para proteger dos ladrões os túmulos dos faraós, poderosos encantamentos tinham sido feitos sobre os túmulos.
Qualquer pessoa que abrisse um túmulo e entrasse nele, ou mesmo olhasse para os objetos nele colocados, imediatamente receberia uma poderosa maldição de morte e de destruição em sua vida pelos espíritos demoníacos que haviam sido postos na guarda do túmulo. Por muitos anos isso foi suficiente para afastar os la­drões.
Mas, com o passar dos anos e com o surgimento de novos reinados, as pessoas esqueceram-se do poder dos feiticeiros egíp­cios.
Entretanto, os demônios não se esqueceram! Tais encanta­mentos haviam sido postos no túmulo do Rei Tut quando ele foi construído, e eles ainda estão atuantes. De fato, talvez você se re­corde de que todas as pessoas que se envolveram na escavação desse túmulo morreram dentro de menos de dois anos depois de terminarem a escavação.
Por ter ido ver os objetos do túmulo do Rei Tut, uma pode­rosa maldição de destruição estava sobre a minha vida. Por eu pertencer ao Senhor, Deus não permitiu que os demônios me ma­tassem, mas com certeza eles tornaram a minha vida miserável por muitos anos.
Assim que percebi o que eu tinha feito, sentei-me na cama e imediatamente pedi o perdão de Deus por ter ido ver aquela exposição sem ao menos lhe ter perguntado se seria da sua vontade eu ir lá. Em seguida, assumi autoridade sobre a mal­dição e ordenei que ela fosse quebrada, em nome de Jesus. Então ordenei a cada espírito demoníaco relacionado com aquela mal­dição que saísse da minha vida imediatamente e para sempre, em nome de Jesus.
Que diferença! A minha saúde imediatamente começou a me­lhorar, e nunca mais tive uma enfermidade grave desde então. De fato, agora é muito raro eu ficar enferma. Até mesmo dificilmente fico gripada. Estou mais forte e mais saudável como nunca estive em toda a minha vida. Louvado seja o Senhor!
Você por acaso também foi visitar a exposição do Rei Tut? Se sim, então você deve quebrar as maldições de destruição e mor­te que vieram sobre a sua vida.
Texto extraido do capítulo 5 do livro de
Rebecca Brown e Daniel Yoder
MALDIÇÕES NÃO QUEBRADAS